Saiu hoje a segunda edição da Revista Tribalizando! \o/

Pra quem não conhece, é uma revista voltada exclusivamente para o cenário da Dança Tribal – tanto nacional quanto internacional. E o melhor: é gratuita!  Além disso, as organizadoras – Gilmara Cruz e Hellen Labrinos – lançam a revista tanto em português quanto inglês, para uma maior visibilidade e conexão com o pessoal lá de fora. 🙂

E é com muita honra que venho dizer que esta segunda edição conta com dois textos de minha autoria! ❤

Um deles, feito a convite de Gilmara, é uma resenha do evento II Underworld Fusion Fest, juntamente com algumas percepções minhas como participante, que ocorreu em agosto deste ano, em Curitiba. Voltado fortemente ao Dark Fusion e outras expressões undergrounds, posso dizer que me senti fascinada por estar lá.

Segue um trecho:

“Sábado, 20 de agosto de 2016. Lá estava eu, embaixo do meu pequenino guarda-chuva, sob uma chuva razoável que não arredou o pé de Curitiba durante todo o final de semana, à espera da abertura do local que sediaria o evento durante dois dias inteiros. Houve atraso, e o frio forte ajudava numa certa sensação de mau-agouro. Gaúcha, e, como muitos, passando por um aperto financeiro, o investimento que fiz para participar do II Underworld Fusion Fest foi alto e apostado na fé – não conhecia quase ninguém. Será que tinha jogado dinheiro fora?

Se foi um agouro, até agora não descobri seu significado, porque negativo se provou que não era. Sorte ou karma, acertei em cheio na aventura, que me rendeu amizades, experiências profundas e conhecimento para a vida toda!

De minha parte, os únicos pontos negativos que vi durante o evento foram facilmente suplantados pelas outras delícias. Os atrasos que ocorreram levaram a uma pequena bola-de-neve, que ocasionou uma redução no horário de almoço e na boa e velha correria pré-show. Mas nada que não ocorra em quase tudo que é evento. Ah, e o frio. O frio estava muito, mas muito intenso. Apesar de ser gaúcha e estar acostumada àquele tipo de situação, não deixo de sofrer com as sensações gélidas – que, aliás, não conseguia espantar nem durante as práticas! Além disso, quero reclamar que o evento foi tão intenso e rico de atividades que não me deixou com energias nem para sair pra jantar à noite e conhecer um pouco da cidade! […]”

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No outro texto, chamado “Hibridizações para além da dança”, trago algumas reflexões minhas sobre como conectar a dança Tribal com o próprio caminho espiritual. Com sorte escrevo mais sobre nas próximas edições!

Segue um pequeno trecho:

“[…] Sabemos também que o Tribal nasceu com ideologias próprias e, graças à forte presença de diferentes culturas e origens, também abriu grandes portas para conexões e reconexões espirituais. Muitas bailarinas aproveitam suas performances para experimentarem ou concretizarem questões ritualísticas, espirituais ou psicológicas, seja sobre assuntos pessoais ou coletivos.

E é precisamente este ponto que quero explorar: a união da espiritualidade pessoal com a Dança Tribal. Aqui o foco da discussão será mais voltado à soma da “espiritualidade tipo salada” e o estilo Tribal. Porém, cabe ressaltar que isso vale para qualquer outra combinação do leque: dos diferentes “níveis” de espiritualidade, graus de restrição e fusão, com qualquer tipo de dança ou forma de arte.

Existem n formas de fusionar esses dois aspectos, mas vou definir aqui dois “grupos” amplos, para, a partir deles, esmiuçar exemplos mais específicos: dança como ferramenta e dança como trampolim. […]”

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Vocês podem acompanhar as atualizações das próximas edições, além de encontrar links para download, na Página da revista no Facebook: Tribalizando

Espero que gostem das minhas contribuições, E um muito obrigado pelo convite e oportunidade à Gilmara Cruz! ❤ Não deixem de ler o restante desta e da edição anterior, pois tem muito material interessante para aprender, refletir e discutir.

Para quem tiver interesse, abaixo disponibilizo também a 1ª edição e a 2ª (que contém meus artigos). Enjoy!

Revista-Tribalizando-edição-01-ano-1-2016

Revista-Tribalizando-edição-02-ano-1-2016

Sobre o autor Anath Nagendra

"Uma criatura estranha, mergulhando dentro de si mesma e tentando voltar para oferecer algo ao mundo."

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