(obs.: este post foi escrito por volta de novembro/16, porém a distração e procrastinação acabaram por atrasar a postagem. Assim, não o considerei o primeiro post de 2017 hehehe)

A procrastinação é grande, esse ano foi / tá sendo muito LÔKO, mas enfim cá está a última parte dos meus posts contando um pouco dos meus primeiros contatos do que atualmente são os meus grandes pilares!

Em posts anteriores contei um pouco da minha história sobre como iniciei na Dança do Ventre, e agora vou contar um pouco sobre como topei com o Tribal Fusion e o Yoga.

Na verdade, a coisa aqui tá um pouquinho confusa – porque tenho uma memória peculiarmente nula (a.k.a. Dory) – , muito porque praticamente tudo ocorre em 2015. E 2015 (e 2016) foram anos com muita informação, acontecimentos, altos e baixos na minha vida, o que deixou meu novelo memorístico ainda mais embolado.

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Eu conheci o Tribal pouco tempo depois de começar as aulas de Dança do Ventre, em 2012. Não me recordo exatamente quando foi, mas tenho certeza (quase) absoluta de que foi vendo um vídeo da Rachel Brice no Youtube, quiçá no mesmo verão que iniciei as primeiras aulinhas de dança.

Me apaixonei de cara, e quanto mais assistia, mais eu via que era AQUILO que eu queria pra minha vida.

“Mas tia Anath, porque demorou tanto pra mergulhar no Tribal?”

Pois bem. Foi um pequeno amontoado de motivos, mas o principal foi: resolvi que queria me embasar bem na Dança do Ventre, justamente pra poder me atirar com tudo no Tribal Fusion depois. Mas o desejo dessa “base” não foi (apenas) por uma questão técnica, mas pessoal.

Quando eu procurei por uma atividade física mais prazerosa – e decidindo pela Dança do Ventre – eu almejada desenvolver mais o meu lado feminino, fazer as pazes com minha “perua interior”, melhorar a minha autoestima. E eu percebi que era a Dança do Ventre que iria suprir essa minha necessidade – por isso, ‘resolvi resolver’ essa questão antes de experimentar o Tribal.

Adendo: não, o trabalho com o feminino não é exclusividade da Dança do Ventre, é possível explorar esses aspectos com o Tribal Fusion SIM. Mas pra *mim* em específico, a Dança do Ventre tem uma “essência” diferente do Tribal – por mais que esse agregue a DV como um de seus principais pilares – e eu percebi que essa minha característica interna aflorava mais na DV, enquanto outras se expressam mais pelo TF. 😉

Enfim. Depois de concluir o curso Profissionalizante em DV – e mesmo continuando com outros cursos e experiências nessa área – resolvi abraçar o Tribal Fusion de vez. Em 2015 fiz um pequeno curso sobre Tribal Interpretativo com a Bruna Gomes, de Porto Alegre, e também o Curso de Formação em Tribal Fusion da Joline Andrade, em São Paulo.

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Montagem de Bruna Gomes, Curso Tribal Interpretativo, Porto Alegre, 2015
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Turma de 2015 do Curso de Formação em Tribal Fusion, de Joline Andrade, edição de SP – Shangrilá House

O Curso de Formação da Joline foi uma loucura! Além das aulas bem concentradas, a turma foi dividida em grupos para trabalharem na criação de uma apresentação para o final da atividade. Meu grupo ficou com a temática “Indian Fusion”. Mas o desafio mesmo foi o desenvolvimento da coisa, pois cada uma de nós era de um estado/cidade diferente, sendo impossível encontros pra ensaios! <o> No final, pudemos ensaiar juntar somente no dia da apresentação!

Fotos dos bastidores e finalização do Show de Encerramento do curso! Joline linda com o barrigão da Valentina, plus eu com uma fotinho com a queridíssima e belíssima Ellen Pain. 

Sendo o Tribal Fusion o que é – virtualmente infinito – estes cursos me deram apenas uma base e uma direção, mas que se provou ser crucial para o meu entendimento e futura pesquisa e experimentação dentro desse estilo!

Estudei também o Módulo I e mais um pouco do ATS*, com a Gabriela Miranda, de Tramandaí /RS, o que me trouxe um maior entendimento técnico e filosófico sobre esse estilo. ❤

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“Mas tia Anath, e o Yoga?”

Se não me engano, o que me atraiu a fazer yoga foi também o Tribal, basicamente devido à Rachel Brice! Hehehe Pois ela pratica yoga feito ninguém, é professora há décadas, e isso é muito bem visível pela condição física e controle corporal dela. Mas trocentas outras tribalescas incorporaram o yoga nas suas vidas em prol de potencializar suas performances.

Pra mim, o motivo de buscar o yoga foi tudo isso e também pelo fato deu ser uma adepta do sedentarismo. :p Mas, louca que sou, não fui atrás de aulas regulares de yoga. Fui procurar direto um fucking curso de formação! huehuehuehue

Tá, apesar de que, sim, havia o desejo de ter um certificado pra eventualmente dar aulas, o foco principal era poder estudar de uma forma mais aprofundada – coisa que é mais gradual em aulas regulares.

E assim eu caí de paraquedas no Curso de Formação em Yoga Clássico (também conhecido por Raja Yoga) da escola ABYOGA, em Porto Alegre. Devo dizer aqui que foi um curso maravilhoso, em todos os aspectos! O acolhimento da profe Fátima e a amizade das minhas colegas Keli, Mika e Magda foram algo que nunca vivenciei em outro lugar.

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Moá tribalesca, Keli, Profe Suzana (ao fundo), Profe Fátima, Mika, Profe Fernando (ao fundo), e Magda. ❤

E CAPAZ que eu, vindo do mundo da dança e apaixonada por Tribal, não iria dançar no dia da Formatura, né? :p Fiz um solo semi-improvisado de Indian Fusion. ❤ Tremendo e suada de nervoso, cheguei a esquecer que queria ter usado uma pashmina atravessada no corpo. :p

And that’s all, folks!

:*

Sobre o autor Anath Nagendra

"Uma criatura estranha, mergulhando dentro de si mesma e tentando voltar para oferecer algo ao mundo."

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