Quando a inércia nos mantêm em movimento

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Fonte: matéria do Seattle Times, sobre a performance “Kaash”, de Akram Khan.

“Como assim? Inércia e movimento? Como as duas podem estar juntas?

Dançar é movimentar-se conforme um ritmo, não? Dançar é deixar fluir movimentos de acordo com uma música. Dançar é mexer o corpo. Sem movimento, sem fluxo, não há dança!

Essa é uma das formas mais tradicionais de se definir o que é dança. Porém, o que muitas de nós não percebemos – ou não aprendemos – é que existe uma miríade de tipos de movimento, com suas particulares e características. Rápidos, lentos, intensos, suaves. E momentos sem movimento! Não seria um paradoxo?”

Esta é parte da introdução do meu novo artigo para o Tribal Archive! Nele, abordo quatro tópicos que envolvem diferentes momentos ou percepções em que estar parado, respirar ou ter paciência são imprescindíveis para a nossa saúde dançante.

Confere o resto aqui! 😀

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