Profissionalismo vem de dentro, e a Arte também

Primeiro artigo do ano, no portal Tribal Archive! ❤

Início de ano é sempre aquela montanha-russa entre momentos de descanso e lazer e a loucura de montar aulas, revisar conteúdos e iniciar projetos! E, para abrir os trabalhos escritos, discuti sobre profissionalismo!

É um assunto amplo e complexo demais para ser abordado em poucas páginas de um artigo, mas creio que consegui resumir bem e trazer a questão à tona – ao menos um pouco.

Confiram a seguir o comecinho do texto:

“O quanto um diploma ou certificado diz sobre o seu professor de dança? Quando o assunto é arte, o quanto um diploma ou certificado faz diferença? Ainda, no mundo da dança tribal, estilo tão diversificado, flexível e livre, o quanto um título fala sobre o conhecimento e visão do professor?

Hoje é dia de discutir um assunto complexo, que possui várias facetas e certamente divide opiniões: o que faz de um profissional, um profissional? Quero questionar o quanto um título é importante – no que concerne à arte – e também que isso não confere profissionalismo instantaneamente! Veremos alguns pontos-chave do bom profissionalismo, e quais deles exigem uma titulação.”

O restante – com tópicos e dicas! – você pode conferir aqui!

Documentário Ethiopia Dances for Joy

Ethiopia DAnces

Fonte: Tamalyns Films

E cá está mais uma contribuição minha para o Tribal Archive! Minha segunda review relacionada a documentários. :3

Depois do “The Fez”, a vez agora é do “Ethiopia Dances for Joy”! Segue um trechinho da introdução:

“Se você ama aprender sobre outras culturas do mundo, o documentário “Ethiopia Dances for Joy” é uma ótima pedida! Este pequeno filme é fortemente voltado para danças tradicionais, mas não qualquer dança: o documentário se foca em apresentar diversas manifestações folclóricas típicas de diversas regiões da Etiópia! Produzido, filmado e dirigido pela mestra da Dança Oriental Tamalyn Dallal e editado por George Achi, o filme nos carrega para o meio de um povo exótico de terras distantes. “

Você pode ler o restante e saber mais sobre este pequeno documentário aqui!

Quando a inércia nos mantêm em movimento

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Fonte: matéria do Seattle Times, sobre a performance “Kaash”, de Akram Khan.

“Como assim? Inércia e movimento? Como as duas podem estar juntas?

Dançar é movimentar-se conforme um ritmo, não? Dançar é deixar fluir movimentos de acordo com uma música. Dançar é mexer o corpo. Sem movimento, sem fluxo, não há dança!

Essa é uma das formas mais tradicionais de se definir o que é dança. Porém, o que muitas de nós não percebemos – ou não aprendemos – é que existe uma miríade de tipos de movimento, com suas particulares e características. Rápidos, lentos, intensos, suaves. E momentos sem movimento! Não seria um paradoxo?”

Esta é parte da introdução do meu novo artigo para o Tribal Archive! Nele, abordo quatro tópicos que envolvem diferentes momentos ou percepções em que estar parado, respirar ou ter paciência são imprescindíveis para a nossa saúde dançante.

Confere o resto aqui! 😀