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Dez hábitos de uma bailarina de sucesso

Existem muitos tipos de bailarinas por aí, com diferentes interesses, objetivos, personalidades. Talvez você seja aluna, professora, ou esteja apenas experimentando. Talvez você dance por hobby, pra complementar a renda, ou ainda ganhar a vida com isso. Talvez você dance em tudo que é lugar e evento, ou então apenas nas Mostras de final de ano.

Fato é que, independente das opções acima, almejamos o sucesso. Queremos aprender, nos desenvolver e ficar cada vez melhor. Mas, não surpreendente, esse caminho exige esforço e dedicação. Abaixo veremos uma série de tópicos muito úteis para se atingir nossos objetivos, elencados pela bailarina Princess Farhana:

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Desvendando ISA

Pra quem acompanha minhas performances, ou se deu ao trabalho de ler o conteúdo do site, sabe que gosto de implementar à minha dança um uso ritual/mágico/esotérico. Na teoria, isso seria o subgênero do Estilo Tribal nomeado de Tribal Ritualístico, ou Temple Tribal Fusion.

Bãt, como explico aqui, optei por criar uma denominação específica do meu estilo pessoal – Dharma Fusion – basicamente porque o Tribal Ritualístico tem uma cara mais ou menos típica (onde, geralmente, o público percebe o quê simbólico-ritual da dança), e as minhas performances rituais não costumam, necessariamente, ter.

Se você ficou curioso mas não entendeu bem o que que eu quero dizer com isso, esta matéria será útil para ilustrar!

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O que você vê no espelho?

O que você vê quando olha pra essa superfície refletora? O que você sente quando olha pra imagem refletida? O que você pensa nesse momento? O que você gostaria de falar pra pessoa do outro lado?

Obviamente que estas não são perguntas simples, pois dependem muito do momento, de como estamos e como nos sentimos. Especialmente pra nós, mulheres, que vivenciamos tamanha montanha-russa hormonal todo mês.

Meu ponto aqui é gerar uma reflexão (hue) sobre o modo como nos percebemos, principalmente no que concerne nossa imagem. Como mulheres, recebemos uma pressão descomunal da sociedade em cima da nossa aparência, e, como dançarinas, inclui-se nisso a cobrança de uma imagem agradável em prol do trabalho.

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Mitos & Verdades da Dança do Ventre & Tribal

Nesta era de repúdio ao conhecimento e à cultura, seguir espalhando conteúdo de qualidade e desmitificando absurdos é um ato de resistência. Apesar deste assunto já ser meio batido, nunca é demais continuar frisando a verdade em um meio que ainda sofre com estereótipos e preconceitos datados. Matérias sobre mitos e benefícios da Dança do Ventre é o que não falta por aí, e aqui abordarei os principais temas.

Veremos um pouco das variadas facetas desse mundo tão encantador. Se quiseres que algum destes tópicos seja mais elaborado, diga! Quem sabe sai um post fresquinho e mais aprofundado sobre. E se tiveres alguma dúvida ou curiosidade que não foi mencionada, é só deixar um comentário! 😉

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It’s all Bellydance!

O que vem à sua mente quando pensa em “Dança do Ventre”? Lindas mulheres sensualizando e dançando seminuas? E “Tribal Fusion”, já ouviu falar? São pessoas dançando feito índios nas tribos? NOPE². Hoje veremos um apanhado geral sobre o que realmente é esta dança milenar – e sua irmã caçula. 🙂

Primeiramente, “dança do ventre” é um termo que designa um estilo de dança que é bastante variado hoje em dia, mas ainda coberto de estereótipos e mitos. Gosto de dizer que tanto Dança do Ventre quanto Tribal Fusion, atualmente, são termos “umbrella”, ou seja, são como conceitos amplos que abarcam abaixo de si uma gama enorme de variedades. Especialmente o Tribal.

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Anath Nagendra – a criação

Na minha última postagem (aqui) falei um pouco sobre ter ou não um nome artístico, opinei sobre motivações e propósitos, dei dicas para o uso e também sobre as variadas formas de se usar um stage name.

Hoje, trago a história detrás do meu, como foi a minha decisão de ter um nome artístico, sobre seu propósito, a pesquisa por trás dele e também sobre a criação da marca.

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Nome artístico: ter ou não?

Quando se escolhe a vida de artista – seja como profissão ou como hobby –, em algum momento você topa com a questão de ter ou não um nome artístico, ou stage name, para os gringos. Geralmente isso ocorre no início da carreira, e é algo a ser considerado antes de “criar fama”, para que o nome desejado seja o que vai ser memorizado pelo público. Mudá-lo depois de anos pode ser complicado, pois terá que se trabalhar muito na divulgação da nova imagem sem perder os vínculos e contatos da anterior.

Algumas pessoas não se interessam por isso e mantém seu próprio nome, enquanto outras adotam algo fictício ou fantasioso. Há ainda aqueles que trocam por questões de praticidade ou publicidade, ou que alteram apenas algum detalhe ou parte. O nome artístico pode ser escolhido a esmo, ser pesquisado, ou até mesmo recebido pela professora/iniciadora.

Para aqueles que se interessam e gostam da ideia de ter um nome novo, específico para sua persona artística, é importante considerar alguns pontos antes de decidi-lo, para evitar situações constrangedoras, chacotas ou mesmo enjoar dele.

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De Onde Vim

Alerta de textão!

Acho interessante compartilhar sobre minha história – e ler a de outras – porque contexto é tudo, e isso pode inspirar alguém. Muitas vezes admiramos um artista ou profissão, ou queremos perseguir uma determinada carreira, mas nos vemos impedidas, auto-sabotadas, frustradas ou desanimadas porque acreditamos não estar no caminho certo, não termos as características perfeitas, não nos esforçarmos da maneira ideal, ou não ter começado no momento correto.

No caso da dança, é muito comum que grandes bailarinas tenham começado muito cedo na vida, passado por diversos estilos, aprofundado seus estudos e estabelecido uma carreira ainda bem jovens. Vemos com freqüência como as artistas mais famosas e admiradas são pessoas muito ativas, que treinam 40 horas por dia (#Ling Ling feelings), e criam literalmente o tempo todo.

Mas… e quando não nos encaixamos nesses perfis? Quando não temos a chance de começar cedo, não temos energia para tanto treino, tempo para aprender mais ou dinheiro para investir?

Não temos o direito de ter uma carreira como bailarina?

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