Debutando na escrita!

Como mencionei no post anterior, minha arte não se resume à dança. Brincar de escrever histórias não é exatamente uma novidade na minha vida – vários projetos sendo incubados e antigos – mas enfim trago o primeiro finalizado!

O conto “A Mulher Prateada” foi escrito no início de 2019, mas só agora me organizei para fazer a publicação independente na Amazon. 🙂

Sinopse: “Naomi, uma jornalista, visita uma cidade pequena para fazer uma matéria sobre desaparecimentos misteriosos na região, mas encontra dificuldades ao lidar com um delegado irritado com a presença da equipe. Sem informações, ela se vê obrigada a interrogar moradores sobre o que está acontecendo, e acaba se envolvendo em uma investigação que a faz questionar quem realmente é o vilão da história.”

Alerta de gatilho: insinuações de violência e estupro.

Confira aqui!

Arte focada, arte diversa

Ou também: correlacionando biologia, arte e sociedade! XD

Para surpresa de zero pessoas, 2020 foi como um trator passando em cima da minha vida, assim como o foi pra praticamente todo mundo, de diversas maneiras, com diversos obstáculos e desafios, e tudo indica que seu legado vai ser continuado em 2021.

Menos vocês, elite fascistinha de merda que só se importa com o próprio umbigo e que enriqueceu às custas dos outros. Se você não teve ao menos um pingo de depressão pelo estado do mundo, mesmo sentado em seus privilégios, é de você que tô falando. Você é o problema. E se você se irritou com isso, a carapuça serviu, fikdik.

Esse ano foi certamente regido pelo Arcano XVI, A Torre, que chacoalha nossas bases, destruindo as velhas estruturas pra dar lugar à renovação. Só ainda não sei se, para a humanidade como um todo, a Torre está invertida ou não. Tenham esperanças, crianças!

No meu caso, uma das coisas para a qual “serviu” esse ano, foi me fazer parar de bater a cabeça na parede e mudar minhas perspectivas. Ainda tô “reajustando” a minha visão, começando enfim a ter forças pra quebrar a casca do ovo, graças a descobertas sobre mim mesma que vieram à tona e literalmente me despertaram pra muitas coisas.

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Casulo

2020 veio pra mostrar que a realidade consegue superar o absurdo de tal forma que até mesmo a surrealidade tá procurando emprego. Não sei como será 2021 e além, mas uma coisa ninguém pode negar:

Estamos vivendo tempos interessantes.*

Mesmo com anos e anos acumulando crises econômicas, humanitárias e climáticas, a pandemia de 2020 conseguiu puxar o tapete de (quase) todo mundo, em diversos níveis e severidades. Há aqueles que lutam por sobrevivência, por ter o que comer, beber, onde dormir, energia elétrica; há aqueles que lutam por trabalhar e manter a família com o mínimo necessário; há aqueles que lutam por justiça e direitos humanos; há aqueles que lutam para manter conhecimento e arte vivos; há aqueles que lutam para fornecer esperança aos outros; há aqueles que lutam por inclusão e empatia; há aqueles que lutam por sua própria sanidade.

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Dez hábitos de uma bailarina de sucesso

Existem muitos tipos de bailarinas por aí, com diferentes interesses, objetivos, personalidades. Talvez você seja aluna, professora, ou esteja apenas experimentando. Talvez você dance por hobby, pra complementar a renda, ou ainda ganhar a vida com isso. Talvez você dance em tudo que é lugar e evento, ou então apenas nas Mostras de final de ano.

Fato é que, independente das opções acima, almejamos o sucesso. Queremos aprender, nos desenvolver e ficar cada vez melhor. Mas, não surpreendente, esse caminho exige esforço e dedicação. Abaixo veremos uma série de tópicos muito úteis para se atingir nossos objetivos, elencados pela bailarina Princess Farhana:

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Desvendando ISA

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Pra quem acompanha minhas performances, ou se deu ao trabalho de ler o conteúdo do site, sabe que gosto de implementar à minha dança um uso ritual/mágico/esotérico. Na teoria, isso seria o subgênero do Estilo Tribal nomeado de Tribal Ritualístico, ou Temple Tribal Fusion.

Bãt, como explico aqui, optei por criar uma denominação específica do meu estilo pessoal – Dharma Fusion – basicamente porque o Tribal Ritualístico tem uma cara mais ou menos típica (onde, geralmente, o público percebe o quê simbólico-ritual da dança), e as minhas performances rituais não costumam, necessariamente, ter.

Se você ficou curioso mas não entendeu bem o que que eu quero dizer com isso, esta matéria será útil para ilustrar!

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O que você vê no espelho?

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O que você vê quando olha pra essa superfície refletora? O que você sente quando olha pra imagem refletida? O que você pensa nesse momento? O que você gostaria de falar pra pessoa do outro lado?

Obviamente que estas não são perguntas simples, pois dependem muito do momento, de como estamos e como nos sentimos. Especialmente pra nós, mulheres, que vivenciamos tamanha montanha-russa hormonal todo mês.

Meu ponto aqui é gerar uma reflexão (hue) sobre o modo como nos percebemos, principalmente no que concerne nossa imagem. Como mulheres, recebemos uma pressão descomunal da sociedade em cima da nossa aparência, e, como dançarinas, inclui-se nisso a cobrança de uma imagem agradável em prol do trabalho.

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Mitos & Verdades da Dança do Ventre & Tribal

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Nesta era de repúdio ao conhecimento e à cultura, seguir espalhando conteúdo de qualidade e desmitificando absurdos é um ato de resistência. Apesar deste assunto já ser meio batido, nunca é demais continuar frisando a verdade em um meio que ainda sofre com estereótipos e preconceitos datados. Matérias sobre mitos e benefícios da Dança do Ventre é o que não falta por aí, e aqui abordarei os principais temas.

Veremos um pouco das variadas facetas desse mundo tão encantador. Se quiseres que algum destes tópicos seja mais elaborado, diga! Quem sabe sai um post fresquinho e mais aprofundado sobre. E se tiveres alguma dúvida ou curiosidade que não foi mencionada, é só deixar um comentário! 😉

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It’s all Bellydance!

Abstract Belly Dancer 17 is a painting by Corporate Art Task Force

O que vem à sua mente quando pensa em “Dança do Ventre”? Lindas mulheres sensualizando e dançando seminuas? E “Tribal Fusion”, já ouviu falar? São pessoas dançando feito índios nas tribos? NOPE². Hoje veremos um apanhado geral sobre o que realmente é esta dança milenar – e sua irmã caçula. 🙂

Primeiramente, “dança do ventre” é um termo que designa um estilo de dança que é bastante variado hoje em dia, mas ainda coberto de estereótipos e mitos. Gosto de dizer que tanto Dança do Ventre quanto Tribal Fusion, atualmente, são termos “umbrella”, ou seja, são como conceitos amplos que abarcam abaixo de si uma gama enorme de variedades. Especialmente o Tribal.

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