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Documentário The Fez!

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Fonte: projeto Kickstarted de Roxxane Shelaby

Mais um artigo saindo do forno no Tribal Archive! 😀

Este, em particular, foi uma resenha minha do documentário The Fez, disponibilizado recentemente no site Datura Online, que foi especialmente delicioso de fazer. Mergulhar em um pedacinho da história da Dança do Ventre e do Tribal apreciando imagens e vídeos raros de um dos locais mais famosos em sua época, e que teve tamanho impacto na percepção mundial da dança e cultura árabe… não tem preço! ❤

Confiram o review completo escrito por mim aqui!

 

Ruth St. Denis: uma reflexão sobre fusões

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Ruth St. Denis

Novo artigo no Tribal Archive! 😀

Desta vez, a matéria é uma tradução (livre, minha) do artigo original da Messy, que você pode ler aqui. 😉 Tem inclusive um pequeno áudio meu com uma “sinopse” hehehe

Segue um trechinho:

“Se você é tribalesca, certamente já deve ter ouvido falar de Ruth St. Denis. Não? Pois bem. Ruth foi uma das pioneiras da dança moderna, americana, juntamente com sua colega contemporânea Isadora Duncan, no início do século XX. Ao contrário de Duncan, cujo enfoque principal era a quebra de regras e busca da liberdade de movimento com relação ao ballet clássico, Denis alcançou sucesso ao fusionar elementos de culturas orientais e exóticas em suas performances.

Podemos dizer, talvez, que Denis é como nossa tia-avó, sendo a avó direta nossa amada Jamila Salimpour. Alguém que dançava e ansiava por experimentar e oferecer algo diferente ao público, buscando a realização nas raízes, na ancestralidade, na conexão com o feminino, a natureza, a espiritualidade… tudo isso fortemente guiado pelo misticismo e à exótica estética do Oriente Médio e Extremo Oriente.”

Mas nem tudo são flores. O interessante do artigo da Messy foi chamar à atenção à faceta mais obscura que rodeava Denis. Confira o texto na íntegra aqui! 😀

Em um relacionamento sério com o corpo

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Novo artigo meu no Tribal Archive! 😀

Desta vez, um razoável textão sobre nossas relações com o corpo, em variáveis níveis. Escrevi um pouco sobre vários tópicos, desde como percebemos e lidamos com seu funcionamento, até dicas sobre como lidar com limites e desafios.

Uma reflexão super válida para aprofundarmos nosso conhecimento sobre nós mesmos. 😉

Segue a intro:

“Sabe aquela dorzinha chata nas costas? Aquela câimbra recorrente na panturrilha? Ou aquela dor aguda no diafragma? Estes são alguns exemplos cotidianos que podemos encontrar nas nossas vivências com o corpo ao longo da vida, e principalmente nas nossas práticas de dança. Além desses, também encontramos aquele probleminha crônico no joelho, dores incômodas no ciático, dores de cabeça pelas tensões nos ombros, ou ainda lesões mais graves na coluna.

Todos estes exemplos, por mais comuns ou raros que sejam, surgem no corpo, e podem ser vividos por qualquer um, em qualquer estilo de vida. E nós, dançarinas e outros profissionais que usam o corpo como ferramenta, estamos especialmente expostas à esse tipo de coisa. A questão é: mesmo as pessoas que se dedicam a cuidar do corpo – com exercícios e alimentação – tendem a apresentar algum tipo de problema físico em algum momento. Porque? Teoricamente, esses estilos de vida deveriam minimizar esses fatores, não? Talvez você responda: “ah, mas elas exageram nos exercícios e acabam se lesionando.”. Verdade. Porém, o problema é mais complexo, pois sempre encontraremos exceções aqui e ali, pessoas que sempre procuraram trabalhar de maneira mais gentil e cautelosa… e que ainda assim podem se machucar.

Na série a seguir iremos apresentar dicas e discutir sobre os variados fatores que envolvem essas questões do universo físico do corpo, e como alguns deles estão enraizados nos nossos pensamentos culturais – e portanto, mais complicados de se perceber e evitar. O foco será no universo da dança tribal, mas tenha em mente que todo o conteúdo é válido também para praticantes de outros estilos de dança, outras atividades físicas (como musculação e yoga), práticas caseiras de alongamentos e também para sedentários!”

Leia o resto aqui! 😀 ❤