Desvendando Isa

Sim, faz éons que não atualizo o blog, e venho com um post velho! huehuehuehue Mah fazer o quê, a vida é uma caixinha de surpresas e a minha, em específico, é uma montanha-russa minhocante. Aos poucos, retorno e elaboro meu trabalho!

Venho aqui pra incluir minha última contribuição externa, na coluna “Venenum Saltationes”, da maravilhosa Hölle Carogne, que me convidou para escrever sobre essa performance com forte carga esotérica em sua coluna do blog da Aerith. ❤

Pra quem quiser saber um pouquinho de como funciona a minha cabeça no que concerne minhas performances de Dharma Fusion, como chamo minhas abordagens espirituais e ocultistas, tá aí! Enjoy!

Leia na íntegra aqui. 😉

Anath Nagendra – a criação

Na minha última postagem (aqui) falei um pouco sobre ter ou não um nome artístico, opinei sobre motivações e propósitos, dei dicas para o uso e também sobre as variadas formas de se usar um stage name.

Hoje, irei falar um pouco sobre a minha decisão de ter um nome artístico, seu propósito, a pesquisa por trás dele e também sobre a criação da marca.

Como tudo começou

Nome artístico – ter ou não ter, eis a questão

Quando se escolhe a vida de artista – seja por profissão mesmo ou um hobby –, em algum momento você topa com a questão de ter ou não um nome artístico, ou stage name, para os gringos. Geralmente isso ocorre no início da carreira, e é algo a ser considerado antes de “criar fama”, para que o nome desejado seja o que vai ser memorizado pelo público. Mudá-lo depois de anos pode ser complicado, pois terá que trabalhar muito na divulgação da nova imagem sem perder os vínculos e contatos da anterior.

Algumas pessoas não se interessam e mantém seu próprio nome, outras adotam algo fictício e fantasioso e há aqueles que trocam por questões de praticidade e publicidade – adotando algo diferente ou apenas modificando algum detalhe no nome original.

Mas qual a melhor opção?