Sobre

Artista Múltipla
Gaúcha/Brasileira
Fusion Bellydancer
Artesã
Escritora
Desenhista
Pesquisadora
Bio/Paleontóloga

Anath Nagendra, prazer!

(pronuncia-se “anát naguêndra”)

Sou uma artista explorando diversas linguagens expressivas, enquanto trilho o Caminho da vida. Busco descobrir mais sobre mim mesma e sobre o mundo, e quero dividir minhas experiências. Vai que você se inspire ou se identifique, não é?

Sou bailarina, professora e experimentadora do estilo Fusion de Dança do Ventre (a.k.a. Tribal), além de criar e produzir no âmbito da costura, artesanato, escrita e desenhos! Meus rizomas passam por Dança do Ventre, Raja Yoga, psicologia, filosofia, espiritualidade e ocultismo.

Acredito que cada Caminho é único e que todes têm a capacidade de personalizar sua estrada. Não há a necessidade de se forçar a visão de outros sobre si. Gosto muito de analisar, filosofar e ensinar, e meu intento – para aqueles que porventura queiram me seguir – é de inspirá-los a montar suas próprias saladas metafísicas. 🙂

Dharma Fusion

Em resumo, “dharma” é um conceito complexo encontrado em diversas religiões/filosofias orientais, como Hinduísmo, Budismo, Sikhismo, etc. Não existe uma tradução simples para ela, e seu significado difere dependendo da fonte. O uso que faço é próximo do budista, cuja simplificação seria como “lei cósmica”. Gosto de usá-la como sinônimo de Caminho – isto é, a jornada pessoal de cada um, a estrada definida pelo Self para a evolução interna e eventual Libertação.

Minha vida como um todo é meu dharma, e tudo o que faço e vivencio reflete isso de uma maneira ou de outra. Aqui, optei por chamar de Dharma Fusion especificamente a minha abordagem com a dança que, ao menos até o momento, é meu eixo artístico principal e onde exploro mais ativamente as ferramentas que uso.

Para outras perspectivas, minhas performances se encaixam em variadas definições – desde apresentações “tradicionais” – que refletem um determinado estilo, como Dança do Ventre, Tribal Fusion, Old School, Dark Fusion, etc. – quanto “ritualísticas”. Porém, tendo a não me identificar muito com a linguagem ritual da cena (apesar de gostar muito!), pois minha abordagem é muito mais interna que externa, visível. Pra mim, mesmo o “clássico” pode se tornar uma expressão ritual.