Anath Nagendra

 (pronuncia-se: “anát naguêndra”)

A.k.a Ana de Oliveira Bueno, leonina, com ascendente em escorpião e muita terra no mapa, nasci no dia 14 de agosto de 1989 no interior do Rio Grande do Sul. Atualmente moro na região metropolitana de Porto Alegre. Apesar da formação acadêmica nas áreas de Ciências Biológicas e Paleontologia de Vertebrados, resolvi dedicar minha vida às artes, em especial a Dança. Atuo como bailarina e professora de Dança do Ventre e Tribal Fusion. Fusões entre estas áreas, Raja Yoga e outros elementos também são desenvolvidas por mim.

Me interesso em explorar a dança principalmente como ferramenta para a expressão artística, para o autoconhecimento e para a espiritualidade. Para tal, estudo e procuro atividades que permitam a descoberta do corpo e exploração do movimento, como o Yoga e o Taijiquan (e a própria dança, claro), e as associo com outras áreas distintas, como artes plásticas/visuais, escrita, confecções manuais, filosofia, psicologia junguiana, arquétipos e simbolismo, além de misticismo e esoterismo.

Desta hibridização para além da dança, nasce Anath Nagendra. Prazer.

Aqui você pode ler sobre como comecei minha trajetória no mundo da dança.

Significado de “Anath Nagendra”

Às tribalescas: sim, existe uma relação entre a “minha Anath” e a “Anat” de “Bal-Anat”, o grupo pioneiro de Jamila Salimpour. Mas é apenas sincronística, pois só depois de pesquisar sobre o nome é que percebi que era o mesmo do grupo.

Aqui você pode ler um post do blog que escrevi especialmente para explicar o processo criativo da escolha do nome e seus significados, além da criação da marca.

“Anath” foi o resultado da minha busca por um nome artístico. Meu intuito sempre foi o de adotar o nome de uma deusa antiga, principalmente pelo fato de que as divindades ancestrais possuíam uma personalidade mais complexa, refletindo diversas faces de um mesmo arquétipo. Além disso, busquei uma cujo simbolismo tivesse ressonâncias com o meu processo espiritual. Havia várias opções – Ishtar, Inanna, Sekhmet, Kali, Durga, por exemplo. Porém, procurava por um nome mais exótico e obscuro, menos conhecido. E então encontrei “Anat”, que não apenas reúne todas as características que buscava, mas também tem meu nome real embutido. No post que linkei acima há maiores detalhes sobre essa deusa do Neolítico.

Nagendra surgiu quando comecei a buscar um “sobrenome” artístico. Eu tinha várias ideias, muitos símbolos e referências que gostaria de inserir no restante do nome, mas estava meio perdida sobre qual escolher. No final as contas, topei com nagendra pesquisando palavras sânscritas, e optei por escolhê-la para o sobrenome, visto que seu significado se encaixava no que eu buscava para complementar Anath. Você também encontra detalhes sobre os significados no post mencionado.

Significado pessoal do nome completo:

Defini que o nome deveria refletir uma polaridade complementar entre suas partes, simbolizada por algo masculino e feminino, ou andrógino, representando o equilíbrio entre as oposições. Assim, Anath representa as diversas facetas da Deusa às quais me identifico ou viso desenvolver e integrar ao longo do meu Caminho Espiritual, e Nagendra representa a serpente, para mim, andrógina, amalgamando em si uma densidade simbólica forte.

Anath, a Grande Serpente

Sobre o símbolo escolhido:

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A estrela de oito pontas é o símbolo da deusa Anat (mais conhecido, na verdade, por ser o símbolo de Inanna, que representa o mesmo arquétipo). Já o yin yang (na verdade, este símbolo se chama taijitu) é bem conhecido e expressa a totalidade e a interação entre as polaridades opostas de maneira integrada e equilibrada. Aqui, ele simboliza Nagendra, considerando a androginia como integração do masculino e feminino.

Este símbolo, juntamente com minha marca e sua caligrafia, foi desenvolvido especialmente pra mim por Fernanda de Oliveira, criadora do Caligrafê!

Logo abaixo você pode acessar meu Currículo para maiores detalhes. 🙂

CURRÍCULO

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