O que você vê no espelho?

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O que você vê quando olha pra essa superfície refletora? O que você sente quando olha pra imagem refletida? O que você pensa nesse momento? O que você gostaria de falar pra pessoa do outro lado?

Obviamente que estas não são perguntas simples, pois dependem muito do momento, de como estamos e como nos sentimos. Especialmente pra nós, mulheres, que vivenciamos tamanha montanha-russa hormonal todo mês.

Meu ponto aqui é gerar uma reflexão (hue) sobre o modo como nos percebemos, principalmente no que concerne nossa imagem. Como mulheres, recebemos uma pressão descomunal da sociedade em cima da nossa aparência, e, como dançarinas, inclui-se nisso a cobrança de uma imagem agradável em prol do trabalho.

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Mitos & Verdades da Dança do Ventre & Tribal

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Nesta era de repúdio ao conhecimento e à cultura, seguir espalhando conteúdo de qualidade e desmitificando absurdos é um ato de resistência. Apesar deste assunto já ser meio batido, nunca é demais continuar frisando a verdade em um meio que ainda sofre com estereótipos e preconceitos datados. Matérias sobre mitos e benefícios da Dança do Ventre é o que não falta por aí, e aqui abordarei os principais temas.

Veremos um pouco das variadas facetas desse mundo tão encantador. Se quiseres que algum destes tópicos seja mais elaborado, diga! Quem sabe sai um post fresquinho e mais aprofundado sobre. E se tiveres alguma dúvida ou curiosidade que não foi mencionada, é só deixar um comentário! 😉

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Prisões de nós mesmos

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Criei este site primeiramente como um blog, no dia 8 de março de 2016. Sim, foi de propósito, achei que seria interessante começar os trabalhos no dia da Mulher, basicamente porque parte do motivo pelo qual danço, é resgatar o meu feminino interior. Hoje, uso como marco meus 30 anos para relançá-lo depois de uma densa reforma, além de estar trabalhando na expansão de horizontes de trabalho criativo com a lojinha e os cursos on-line.

Update: devido à uma nova reforma no site, estou reupando todos os posts anteriores, às portas dos 31 anos hehe.

Na verdade, é mais algo como libertar o meu eu, a minha essência em sua totalidade, sendo ela feminina ou não. Mas existe uma ênfase no Feminino, pois, mesmo sendo uma mulher cisgênero que se identifica como tal, a minha feminilidade é o que mais está trancafiada aqui dentro.

Isso porque eu cresci num mundo que, por algum motivo, vê mulheres (e qualquer um que seja diferente da norma local) como algo inferior, perigoso, que ameaça o status quo e que precisa ser mantido sob controle. E faz isso impondo na nossa psique quatro coisas:

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