Desvendando ISA

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Pra quem acompanha minhas performances, ou se deu ao trabalho de ler o conteúdo do site, sabe que gosto de implementar à minha dança um uso ritual/mágico/esotérico. Na teoria, isso seria o subgênero do Estilo Tribal nomeado de Tribal Ritualístico, ou Temple Tribal Fusion.

Bãt, como explico aqui, optei por criar uma denominação específica do meu estilo pessoal – Dharma Fusion – basicamente porque o Tribal Ritualístico tem uma cara mais ou menos típica (onde, geralmente, o público percebe o quê simbólico-ritual da dança), e as minhas performances rituais não costumam, necessariamente, ter.

Se você ficou curioso mas não entendeu bem o que que eu quero dizer com isso, esta matéria será útil para ilustrar!

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It’s all Bellydance!

Abstract Belly Dancer 17 is a painting by Corporate Art Task Force

O que vem à sua mente quando pensa em “Dança do Ventre”? Lindas mulheres sensualizando e dançando seminuas? E “Tribal Fusion”, já ouviu falar? São pessoas dançando feito índios nas tribos? NOPE². Hoje veremos um apanhado geral sobre o que realmente é esta dança milenar – e sua irmã caçula. 🙂

Primeiramente, “dança do ventre” é um termo que designa um estilo de dança que é bastante variado hoje em dia, mas ainda coberto de estereótipos e mitos. Gosto de dizer que tanto Dança do Ventre quanto Tribal Fusion, atualmente, são termos “umbrella”, ou seja, são como conceitos amplos que abarcam abaixo de si uma gama enorme de variedades. Especialmente o Tribal.

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Anath Nagendra – a criação

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Na minha última postagem (aqui) falei um pouco sobre ter ou não um nome artístico, opinei sobre motivações e propósitos, dei dicas para o uso e também sobre as variadas formas de se usar um stage name.

Hoje, trago a história detrás do meu, como foi a minha decisão de ter um nome artístico, sobre seu propósito, a pesquisa por trás dele e também sobre a criação da marca.

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De Onde Vim

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Alerta de textão!

Acho interessante compartilhar sobre minha história – e ler a de outras – porque contexto é tudo, e isso pode inspirar alguém. Muitas vezes admiramos um artista ou profissão, ou queremos perseguir uma determinada carreira, mas nos vemos impedidas, auto-sabotadas, frustradas ou desanimadas porque acreditamos não estar no caminho certo, não termos as características perfeitas, não nos esforçarmos da maneira ideal, ou não ter começado no momento correto.

No caso da dança, é muito comum que grandes bailarinas tenham começado muito cedo na vida, passado por diversos estilos, aprofundado seus estudos e estabelecido uma carreira ainda bem jovens. Vemos com freqüência como as artistas mais famosas e admiradas são pessoas muito ativas, que treinam 40 horas por dia (#Ling Ling feelings), e criam literalmente o tempo todo.

Mas… e quando não nos encaixamos nesses perfis? Quando não temos a chance de começar cedo, não temos energia para tanto treino, tempo para aprender mais ou dinheiro para investir?

Não temos o direito de ter uma carreira como bailarina?

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